1º acto
Encontrei-me numa sala enorme com amigos, só estavamos ali pelos vistos para nadar nuns tanques com água. Mergulhei e nadei (a água era gelada) depois comecei a ter alucinações, vi desenhos animados a correrem atrás de mim. O ambiente estava muito demente.
2º acto
Aqui o espaço era composto por uma sala com uma mesa de vidro no centro, sentados à volta desta estava eu a joana e o seu namorado. O objectivo era eu conhecer o namorado da joana e passar a darmo-nos bem. Falamos um pouquinhos e eu só conseguia reparar nos gestos do namorado, ele tremelicava e estava com muito receio de mim. Senti-me feliz por ele me temer e então decidi levar a Joana para um sitio à parte dele para lhe dar uma palavrinha, assim que saí da sala com a joana também a minha alma se separou do meu corpo e comecei a observar o rapaz, ele estava muito irrequieto e a suar.
3º acto
Era de noite e a Patricia tinha-se esquecido do livro de matemática em casa ... ora a aula iria começar em menos de meia hora e ela teria de ser rápida, reparei que também eu nao tinha o livro e por isso voltei atrás para o ir buscar. Tarefa concluida mas com pouco tempo para chegar à aula a tempo por isso decidi correr o que se tornou bastante atrofiante, tinha os passos trocados e parecia que estava a movimentar-me debaixo de água. E então uma nova distracção, olho pela vitrine de uma pastelaria e observo uma enorme variedade de gelados deliciosos e irresistiveis mas uma fila imensa de pessoas para os comprar, entrei na pastelaria mas teria de ser rápido ... acabei por roubar um bollycao e continuar a minha caminhada em direcção à aula de matemática.
4º acto
Estava a viver um jogo virtual. Enfiado numa nave espacial esta despenha-se contra o solo e eu sou projectado para uma plataforma em ruinas, muitas outras naves disparam umas contra as outras e criam o caos. Vejo à minha volta amigos preocupados a correr o mais que podem e eu fico histérico e e aflito e começo a correr na direcção deles.
Paramos todos num corredor com várias portas e uma sensação de medo espelhado no rosto de todos, ninguém sabe muito bem o que fazer.
Entre os presentes lembro-me de constar um antigo professor meu do 8º ano de geografia.
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